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Este tópico contém respostas, possui 3 vozes e foi atualizado pela última vez por  Mathayos 7 meses, 1 semana atrás.

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  • #1621

    ASSIBGE
    Mestre

    Relate o que se passa em sua unidade, os problemas e sugestões para superá-los.

    #2311

    PLP 257/2016: declaração de ‘guerra’ ao funcionalismo

    Chega à Câmara projeto que prevê possibilidade de interrupção nas promoções funcionais, incentivo à demissão voluntária e privatização de estatais.

    CUT reage ao projeto que “fere direitos” do servidor
    CUT reage ao projeto que “fere direitos” do servidor

    Entidades sindicais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), e sua filiada Confederação Nacional dos Servidores Federais (Condsef), foram à Brasília, na tentativa de que o Projeto de Lei Complementar ‘PLP 257/2016’ não fosse votado pelos deputados.

    O já polêmico PLP 257/2016 prevê, dentre outras coisas, autonomia para o poder Executivo privatizar estatais e uma liberdade ainda maior para promover ‘arrochos salariais’ ao funcionalismo público federal.

    O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, já havia deixado clara a intenção do governo federal em promover o que chamou de “incentivos à demissão voluntária” e “licenças utilizadas para corte de salários”, medidas de arrocho que têm a intenção de diminuir o tamanho da máquina pública. Nesse sentido, o Partido dos Trabalhadores fere suas próprias bandeiras que eram a ‘defesa do funcionalismo’ e a “não-privatização de estatais”.

    Foi detectado pelas centrais sindicais que apenas um artigo altera de uma vez 38 itens da Lei de Responsabilidade Fiscal, aquela que impede os governos de gastarem mais do que arrecadam. Segundo representantes sindicais presentes no local. a ideia inicial é barrar o PLP 257/2016, inicialmente removendo o pedido de urgência solicitado pelo governo, e tentar enterrá-lo em debates na Câmara dos Deputados.

    “Existem inúmeras ações que o Governo Federal pode e deve fazer para conseguir aumentar a arrecadação, tais como fiscalizar a sonegação fiscal ou mesmo a reforma tributária, esses são apenas alguns dos exemplos possíveis”, afirmou um dos presentes no evento que pedia a não-votação do PLP 257/2016.

    “A mobilização dos servidores federais e a atenção para as tentativas de ataque aos interesses e direitos do funcionalismo e do serviço público devem ser constantes, em especial nesse período em que o governante quer jogar a responsabilidade da falta de gestão para a conta dos servidores”, afirmou outro servidor público federal.

    Dentre as polêmicas que a aprovação do PLC 257/2016 acarretará, destacam-se: a aprovação de uma ‘Nova Lei de Responsabilidade Fiscal’, aumento na alíquota de contribuição previdenciária dos servidores federais, a instituição da previdência complementar que, até o presente momento, é opcional, entre outras demandas.

    Nesse artigo foi destacado o impacto direto ao servidor federal em caso de aprovação do PLP 257/2016, porém ele influenciará também na relação de dívidas entre estados e a União e na forma que o governo gerencia suas estatais.

    #2446

    No dia de festejos, quem foi condecorado?

    Espero que o ASSIBGE-SN não se transforme em carpideira da mudança da presidência da Instituição.
    Espero que não se esqueça de todo o mal que essa direção promoveu em prol da terceirização, das maiores punições já vistas em todos os tempos e principalmente o cerceamento da luta dos trabalhadores.
    É obvio que não devemos aprovar a vinda de aves de rapina que certamente seguirão a visão de um governo ilegítimo e que em nada beneficiarão os trabalhadores da Casa e os destinos técnicos, clássicos e independentes da Instituição.

    Se a convocação das assembleias tiverem a visão de jamais termos na direção do Instituto pessoas da Casa que vendam os nossos destinos e que possamos coibir a presença de sucateiros de nossa Casa… EU APOIO a realização dessas assembleias.

    #3403

    Mathayos
    Participante

    Olá galera !
    Fui convocado para assumir vaga no IBGE. Sou servidor da esfera municipal e estou em dúvida quanto a assumir a função no órgão ou não, principalmente devido à conjuntura política e econômica.
    No município, já cumpri meu estágio probatório. No IBGE, com essa tendência de terceirização e privatização, eu fico receoso de que os novos contratos sejam despejados ! Qual a perspectiva dos servidores que conhecem a realidade do órgão sobre essa realidade ?
    O que me estimula arriscar a troca é o aspecto financeiro. Teria um incremente em torno de 35% ao meu rendimento atual. Mas fico a pensar no risco de perder tudo.
    Se puderem me esclarecer também quanto às condições de trabalho, quanto às dificuldades do trabalho de campo, agradeço. (Serei, talvez, técnico em informações geográficas)

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