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Planejamento instala Grupo de Trabalho sobre a carreira do IBGE

Depois de dois anos de muita expectativa da categoria e de pressões da ASSIBGE-SN, finalmente o Ministério do Planejamento decidiu instalar o Grupo de Trabalho tripartite (Sindicato, MPOG e IBGE) sobre a reestruturação da carreira dos servidores do IBGE. O comunicado foi formalmente feito pelo Planejamento, em reunião ocorrida em Brasília, dia 28 de março.
Os representantes do MPOG informaram que terão reunião com a Direção do IBGE para alinhar suas posições, em função da mudança da presidência do órgão, a partir do governo Temer. Da mesma forma se comprometeram a levar ao IBGE algumas das questões de interesse da categoria, que permanecem pendentes.
Os membros da Secretaria de Gestão de Pessoal e Relações de Trabalho (SEGRT) fizeram um relatório sobre a proposta de reestruturação da carreira que foi acordada entre IBGE e ASSIBGE-SN, mas vão submeter o documento à nova administração do Instituto, antes de apresentá-la ao GT. De acordo com a SEGRT, o IBGE precisa ser consultado se concorda com os parâmetros usados na gestão anterior, quando a proposta de reestruturação foi fechada em acordo com o Sindicato.
A SEGRT informou ainda que não haverá nada fechado e imposto dentro do Grupo de Trabalho tripartite. A próxima reunião para discutir carreira, já com os representantes da categoria e do IBGE, foi marcada para 27 de abril.
A ASSIBGE-SN aproveitou a oportunidade para cobrar algumas questões que ficaram sem respostas em reunião anterior: a) Contratação dos 50% de pessoal adicional de reserva do concurso de 2016; b) Indenização de campo (reajuste do valor para os efetivos) e pagamento aos temporários; c) Fim do banco de horas e da determinação de horário para a realização de assembleias; d) Questionamento da mudança de todo o pessoal das unidades do Rio para um único espaço alugado; e) Respostas sobre a pesquisa de saúde e condições de trabalho no IBGE; f) Cobrança de Imposto Sindical; g) Promoção e progressão para os servidores que ingressaram em 2001/2002.
Sobre esses pontos o Sindicato vai apresentar um relatório, abordando cada questão e as respostas dos representantes do Planejamento.
Participaram da reunião pela SEGRT do Planejamento: Jane Mendonça (Coordenação Geral), José Borges (Coordenação de Negociação) e Fernando Siqueira (Secretário Adjunto). Pela ASSIBGE-SN estiveram presentes os companheiros Paulo Lindesay, Nelson Thomé, Dione Oliveira, Matheus Canário, Cássius de Brito, Cleide Viana, Marlene Moreira e Cleiton Batista.

This Post Has 3 Comments
  1. Nenhuma nova discussão de novo plano de carreira unificará a categoria dos subalternos do IBGE (leia-se os que não tem rabo preso com Direção e gerências), enquanto esse plano proposto for o que foi apresentado, em flagrante prejuízo aos do nível médio, em relação aos de nível superior e aposentados. AOs de nível médio, um recado: Já somos uma maioria de funcionários com GT3. Não há sentido, alcançarmos em coisa de 15 anos, senão menos, o teto do plano de carreira e estar estagnado lá, por coisa de mais 20, 25 anos? É preciso lutar pelos GT4, 5, 6 ou o que for. Os ingressantes do nível médio já tem entrado até com doutorado. Não há sentido algum manter tais vagas com esse termo “de nível médio”, qdo sabidamente é mínimo o preenchimento delas por quem tenha apenas o ensino médio. É preciso uma remodelação urgente que se faça desde um novo edital de concurso (quando será o próximo MESMO???) algo mais condizente com a realidade dos que ingressam ao órgão. E por conta da atual conjuntura, isso precisa ser reformulado já aos que vão vivenciando essa disparidade há tempos, numa casa que pouca oportunidade dá os que são mais qualificados e não se enxerga num ambiente desestimulante e que simplesmente divide os mais velhos dos mais novos, os analistas dos técnicos, dos APMs (e agora, ou desde os cetacs, tercerizados?!!) e assim por diante…

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