
O cargo deixaria de ser de indicação exclusiva do presidente da República e passaria a seguir uma lista tríplice, eleita pelos servidores da instituição — a exemplo do que já ocorre na Fiocruz e nas universidades federais. Segundo os servidores, o atual modelo de nomeação representa uma grande fragilidade institucional.
Confira a matéria completa do O Globo – Míriam Leitão e Luciana Casemiro: https://encurtador.com.br/VvQk


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