
A situação escalou a ponto de o Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Fundações Públicas Federais de Geografia e Estatística (Assibge) ter feito uma reunião com a Secretaria-Geral da Presidência da República, comandada pelo ministro Guilherme Boulos, na última sexta-feira (30/1), no Palácio do Planalto, para tratar da situação.
Segundo o Assibge, foi relatado à pasta que o IBGE passa por uma “conjuntura complexa” gerada por decisões de seu presidente. A associação ressalta que há pontos positivos, como o ingresso de novos servidores efetivos após quase uma década e reajustes salariais, que estariam defasados. “Mas, por outro lado, crises constantes conduziram o IBGE a uma situação que demanda uma análise profunda”, diz o sindicato.
O principal ponto de insatisfação foi a criação da Fundação de Apoio IBGE+, em 2025, que teria o papel de captar recursos fora do orçamento do instituto. A decisão provocou a saída de diretores e adjuntos e, após repercussão negativa, foi suspensa pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, comandado pela ministra Simone Tebet. Depois, a Advocacia-Geral da União (AGU), gerida pelo ministro Jorge Messias, considerou a medida ilegal.
Confira a matéria completa do jornal O Tempo: https://encurtador.com.br/JnEa


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