A nossa luta garantiu uma conquista histórica: a equiparação dos salários dos Agentes de Pesquisa e Mapeamento (APMs) e dos Agentes de Pesquisa por Telefone (APTs) ao piso do cargo de Técnico do IBGE. Foi resultado direto da mobilização sindical, da força coletiva de quem constrói o Instituto no dia a dia.
Mas, passados poucos meses, o desequilíbrio voltou a aparecer. Com a nova tabela salarial dos servidores efetivos prevista para 2025, os salários dos trabalhadores temporários deixaram novamente de acompanhar o piso do cargo que efetivamente substituem.
A ASSIBGE Sindicato Nacional reivindica o reajuste necessário para restabelecer a equiparação salarial, garantindo que APMs e APTs recebam o mesmo vencimento básico do nível intermediário (R$ 3.496,00 a partir de janeiro de 2026, considerando 8h diárias), e proporcional para a jornada de 6h.
Além disso, o sindicato alerta para a situação de desigualdade que afeta outras categorias de trabalhadores temporários, como Supervisores de Coleta e Qualidade (SCQ), Supervisores de Pesquisa por Telefone (SPT), Analistas Censitários e Agentes Censitários de Pesquisa e Mapeamento (ACPM). Essas funções ficaram de fora da equiparação conquistada em 2024 e ainda aguardam recomposição salarial, apesar de exercerem atividades fundamentais e, muitas vezes, de supervisão. A ASSIBGE reivindica reajuste imediato de 23,2%, equivalente ao ganho médio obtido pelos servidores na última campanha salarial, e a equiparação do salário do Analista Censitário ao do SPT, dado o mesmo nível de complexidade das funções.
Essa é uma luta por justiça e reconhecimento. Salário igual é o básico.
Trabalhadores e trabalhadoras que realizam o mesmo trabalho merecem igual valorização e respeito. Seguiremos firmes, porque nenhuma conquista veio sem luta e nenhuma será perdida enquanto estivermos mobilizados.
Ofícios disponíveis, leia o conteúdo completo e fique bem informado.
Saudações sindicais,
ASSIBGE Sindicato Nacional


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