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Solidariedade ao povo da Venezuela

13 de janeiro de 2026 • Imprensa

A invasão da Venezuela pelos Estados Unidos no dia 03/01/26 constitui um grave episódio de atentado ao direito internacional, que tem seus alicerces na Carta da ONU de 1945, redigida com intuito de evitar os horrores da Segunda Guerra, com mais de 70 milhões de mortos, a maioria de civis.

O episódio grotesco, bem como as ameaças à outros Estados Nações proferidas posteriormente, em todos os casos sem qualquer subterfúgio meramente verossímil para algo de tal dimensão, e isso vindo da maior potência militar do mundo, fomenta uma corrida armamentista, que antes de matar com mísseis, suga recursos sociais e deixa morrer com a desassistência.

A grave crise humanitária que já assola a Venezuela há tanto não foi amenizada pelo ataque e sequestro do presidente, e sequer há indícios de que isto vá ocorrer, pelo contrário, passados 10 dias se vê que a especulação agravou a inflação no país. O governo americano inclusive aquiesce com a manutenção regime que acusa de autoritário, desde que seus apetites econômicos sejam contemplados. A invasão e o sequestro do presidente da Venezuela não fortaleceu a democracia sequer dentro do próprio Estados Unidos, pois um ato de guerra ocorreu a revelia do parlamento.

A violação à soberania de outros países pelos Estados Unidos não foi inaugurada no governo Trump, sendo que as práticas intervencionistas, que buscam garantir nestes países governos aliados aos Estados Unidos, tal como se deu no Brasil em 1964, no mais das vezes em detrimento dos interesses do povo. Foi justamente a agonia social gerada por tais fatores que, na Venezuela, fomentaram as condições populares que soergueram Hugo Chávez ao comando do país, um governo que desde seus primórdios passou a sofrer diversas sanções e sabotagens econômicas diversas por parte do governo americano.

Importa destacar, contudo, que a maneira como o ataque ocorreu escancarou o abandono do direito internacional. Antecedido de assassinatos em alto mar, e sucedido pela afirmação também de que não se trata de um ato de guerra, mas de uma operação especial com fito de combater um narcotraficante, acusação leviana e pueril que logo foi abandonada pelo próprio governo americano; é um conjunto de evidência de que os Estados Unidos mimetiza os argumentos russos empregados na invasão à Ucrânia, algo que, se antes criticavam, agora avalizam através de sua praxe militar, tornando todo o planeta ainda menos seguro.

Nos parece notório que tais eventos não tocam apenas aos Venezuelanos, contudo, é o povo venezuelano o imediatamente afetado, com uma ameaça concreta de saque às suas riquezas, e desde a primeira hora após os acontecimentos com a vida se tornando ainda mais difícil e incerta. A solidariedade de classe nos impõe, portanto, manifestar toda a nossa solidariedade ao povo da Venezuela.

A invasão e sequestro do presidente, seguida dos desdobramentos já conhecidos depois destes dias devem alertar todos os trabalhadores, pois as cartilhas impostas pelo governo estadunidense e organismos multilaterais que funcionam como seus prepostos, e que se tornam ainda mais imperativas sob ameaças militares, conhecidamente impõe a subtração de riquezas nacionais e a precarização do trabalho.

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