
Segundo levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU), 6.157 militares da ativa e da reserva ocuparam cargos civis durante o governo Bolsonaro – mais que o dobro do registrado em 2018. Esse aparelhamento ideológico de órgãos de Estado gerou uma queda na qualidade técnica dos serviços, além de promover assédio político contra servidores que resistiam ao desmonte do serviço público.
Se com o pai foi assim, imagine com o filho.
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