
Se não fosse por uma determinação do STF, a pedido do governador do Maranhão, Flávio Dino, e pela pressão dos trabalhadores(as) do IBGE e da sua representação sindical – ASSIBGE-SN, o Censo de 2022 não aconteceria e o nosso país viveria um apagão de dados, escondendo todas as destruições deixadas por Bolsonaro.


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