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ASSIBGE – Sindicato Nacional

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Recomposição dos benefícios avança e fortalece a luta por direitos — seguimos na luta pela equiparação

15 de abril de 2026 • Imprensa

A trajetória dos benefícios dos servidores públicos federais nos últimos anos revela um cenário de perdas profundas, resultado de um longo período de congelamento, seguido por uma retomada ainda insuficiente. Entre 2016 e 2022, durante os governos Temer e Bolsonaro, os trabalhadores enfrentaram quase sete anos sem qualquer reajuste no auxílio-alimentação e na assistência pré-escolar, acumulando perdas inflacionárias significativas e um duro impacto no poder de compra.

Esse período de estagnação contrasta com momentos anteriores de conquista, como em 2016, ainda no governo Dilma, quando houve reajustes importantes após mobilização da categoria. No entanto, a aprovação do teto de gastos e a ausência de negociação institucional interromperam esse processo, impondo uma política de arrocho que penalizou os servidores.

A partir de 2023, com a reabertura da mesa de negociação, os benefícios voltaram a ser reajustados. Houve avanços expressivos, especialmente no auxílio-alimentação, que saltou de R$ 458 para R$ 1.192 em 2026. Apesar disso, é preciso destacar que esses aumentos ainda não recompõem totalmente as perdas acumuladas ao longo dos anos anteriores. Além disso, limites legais, como as regras da LDO e da Lei de Responsabilidade Fiscal, seguem sendo utilizados como justificativa para restringir reajustes mais robustos, mantendo a desigualdade entre os benefícios do Executivo e os dos demais poderes.

Diante desse cenário, a ASSIBGE-SN reafirma que é necessário reconhecer os avanços recentes, fruto da mobilização da categoria, sem perder de vista o horizonte da luta. Seguimos defendendo a recomposição das perdas, a valorização dos trabalhadores e, principalmente, a equiparação dos benefícios entre os três poderes. Trata-se de uma pauta legítima e necessária, que exige organização, pressão e unidade.

Veja no quadro abaixo a evolução do auxílio-alimentação nos últimos anos, marcada por um longo período de congelamento e pela retomada dos reajustes a partir de 2023.

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